Tem a propaganda de um produto que não me lembro o nome (é é nisso que eu acho que a propaganda se diferencia da Arte, embora alguns public
itários acreditem sinceramente que seus anúncios sejam obras de arte que tornam os produtos inesquecíveis) que diz: se você pode imaginar, é porque pode existir (ou algo assim).
O filme Meia Noite em Paris é exatamente isso: uma realidade imaginada… E que de repente, acontece. Para quem adora Cole Porter, como eu, é fácil sair do sofá e entrar no filme de corpo, alma e cabeça, apenas por causa da música. Mas uma rápida viagem ao passado, e ao passado do passado, fazem um bem enorme para a vida da gente. O filme é lindo, encantador, ingenuamente sedutor. E mais uma vez, sinto o que sinto sempre que acabo de assistir a um filme de Woody Allen: que nem tudo está perdido.
Algumas pessoas, e somente algumas, como Woody Allen, talvez não estejam contentes com seu tempo porque estão, na realidade, muito à frente dele.
Que bom.
Olá luiza, feliz 2012!
Já estava com saudades dos seus textos. Bjos e escreva mais mais mais sempre. Silvio
Muito bom quando você escreve sobre filmes, excelente filme, excelente post.
Luiza,
Em primeiro lugar um feliz 2012 e Progresso, estranho alguém desejar-lhe Progresso não é?
Pois é, se as pessoas progredirem em suas vidas pessoais e profissionais terão menos stress, menos ansiedade e atingirão a PAZ, simples!!!
Quanto ao filme, me vejo seduzido em assistí-lo, ainda mais neste tom de poesia como você o descreveu.
Obrigado pela dica!
Muito progresso pra você e Maracy também. Saudade de vocês. Grande beijo aos dois.