Em Paris com Woody Allen

Tem a propaganda de um produto que não me lembro o nome (é é nisso que eu acho que a propaganda se diferencia da Arte, embora alguns publicitários acreditem sinceramente que seus anúncios sejam obras de arte que tornam os produtos inesquecíveis)  que diz: se você pode imaginar, é porque pode existir (ou algo assim).

O filme Meia Noite em Paris é exatamente isso: uma realidade imaginada… E que de repente, acontece. Para quem adora Cole Porter, como eu, é fácil sair do sofá e entrar no filme de corpo, alma e cabeça, apenas por causa da música. Mas uma rápida viagem ao passado, e ao passado do passado, fazem um bem enorme para a vida da gente. O filme é lindo, encantador, ingenuamente sedutor. E mais uma vez, sinto o que sinto sempre que acabo de assistir a um filme de Woody Allen: que nem tudo está perdido.

Algumas pessoas, e somente algumas, como Woody Allen, talvez não estejam contentes com seu tempo porque estão, na realidade, muito à frente dele.

Que bom.

4 respostas para Em Paris com Woody Allen

  1. Olá luiza, feliz 2012!
    Já estava com saudades dos seus textos. Bjos e escreva mais mais mais sempre. Silvio

  2. Muito bom quando você escreve sobre filmes, excelente filme, excelente post.

  3. José Renato Genova

    Luiza,
    Em primeiro lugar um feliz 2012 e Progresso, estranho alguém desejar-lhe Progresso não é?
    Pois é, se as pessoas progredirem em suas vidas pessoais e profissionais terão menos stress, menos ansiedade e atingirão a PAZ, simples!!!
    Quanto ao filme, me vejo seduzido em assistí-lo, ainda mais neste tom de poesia como você o descreveu.
    Obrigado pela dica!

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