Três magias lembram-me todos os dias de que sou humana: cinema, música e literatura, nessa ordem. Por isso, sempre que posso, assisto a esses filmes – não necessariamente nessa ordem.
De Bob Reiner: Antes de Partir. De Jean Jacques Annaud: a Guerra do Fogo. De Michelangelo Antonioni: Além das Nuvens. De Hal Ashby: Muito além do Jardim. De Jon Annet: Tomates Verdes Fritos. De Hector Babenco: Ironweed. De Fábio Barreto: O Quatrilho. De Bruce Beresford: Conduzindo Miss Daisy. De Bernardo Bertolucci: O Último Imperador. De Kenneth Brannag: Para o Resto de Nossas Vidas. De Martin Brest: Perfume de Mulher. De Luís Bunüel: A Bela da Tarde. De Tim Burton: Edward Mãos de Tesoura. De Jane Champion: O Piano. De Frank Capra: A Felicidade Não se Compra e Horizonte Perdido. De Leos Carx: Os Amantes de Pont-Neuf. De Liliana Cavani: O Porteiro da Noite. De John Cromwell: Servidão Humana. De Vitorio de Sica: Ladrões de Bicicleta. De Jonathan Demme: Filadelphia. De Cacá Diegues: Chuvas de Verão. De Clint Eastwood: As Pontes de Madison. De Rainer Werner Fassbinder: Lili Marlene (música inesquecível). De Federico Fellini: Amarcord (meu preferido), A Doce Vida, E La Nave Va, Fellini Oito e Meio, Noites de Cabíria e Julieta dos Espíritos. De Milos Forman: Um Estranho no Ninho. De John Frankenheimer: Sob o Domínio do Mal. De Stephen Frears: Ligações Perigosas. De Lewis Gilbert: O Despertar de Rita e Shirley Valentine. De Lasse Hallströn: Minha Vida de Cachorro. De James Ivory: Vestígios do Dia. De Stanley Kubrick: 2001 Uma Odisséia no Espaço e O iluminado. De Fritz Lang: Metrópolis e O Vampiro de Dusseldorf (atenção ao julgamento dos mendigos). De David Lean: A Filha de Ryan. De Ang Lee: Razão e Sensibilidade. De Claude Lelouch: Um Homem, Uma Mulher e Retratos da Vida (maravilhoso!). De Sérgio Leone: Era uma vez na América. De David Lynch: Veludo Azul. De Louis Malle: Adeus Meninos e Perdas e Danos. De Leo Macarey: Tarde Demais para Esquecer. De Anthony Minghella: O Paciente Inglês. De Mário Monicelli: Parente é Serpente. De Alan J. Pakula:A Escolha de Sofia. De Alan Parker: Asas da Liberdade, Bem-vindos ao Paraíso, Coração Satânico, O Expresso da Meia Noite e The Wall. De Michael Radford: O Carteiro e o Poeta. De Valter Salles Jr: Central do Brasil. De Nélson Pereira dos Santos: Memórias do Cárcere. De Carlos Saura: Ana e os Lobos, Bodas de Sangue, Carmem, Cria Cuervos e Mamãe Faz Cem Anos. De Fred Schepisi: Seis Graus de Separação. De Joel Schumacher: O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas (lindo). De Ettore Scola: Um Dia Muito especial (fabuloso!) e Splendor. De Martin Scorcese: New York, New York. De Ridley Scott: Blade Runner (atenção à última frase do andróide sobre a efemeridade da vida). De Steven Spielberg: A Cor Púrpura e A Lista de Schindler. De Jeannot Szwarc: Em Algum Lugar do Passado. De Jacques Tati: Meu Tio. De Giuseppe Tornatore: Cinema Paradiso e Estamos Todos Bem (atenção à cena do alce na estrada). De Luchino Visconti: Morte em Veneza. De Peter Weir: Sociedade dos Poetas Mortos. De Wim Wenders: Asas do Desejo e Tão Longe Tão Perto. De Robert Zemeckis: Forrest Gump. De Fred Zinnemann: Julia. E todos, todos, de Ingmar Bergman: Cenas de Um Casamento, Da Vida das Marionetes, Diário de uma Filmagem, Fanny & Alexandre, Gritos e Sussurros, A Hora do Amor, Morangos Silvestres, Persona (inesquecível), O Ovo da Serpente, O Sétimo Selo (obrigatório!), Sonata de Outono, Sorrisos de Uma Noite de Verão e outros.